Chegamos à recta final do projecto e apresentamos o trabalho desenvolvido durante o semestre na tarde de ontem.
Os próximos 15 dias serão necessários para retocar alguns pormenores, nomeadamente o acesso à página principal do projecto.
Para tal, coloco aqui o link para a página inicial "Guimarães 2012"
quarta-feira, 2 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
2012: o ano da cidade de Guimarães.
2012 é o ano em que Guimarães será a Capital Europeia da Cultura, em conjunto com Maribor, na Eslovénia. A cidade no norte de Portugal prepara-se para receber artistas de todo o mundo e turismo em grande escala.
Uma equipa de arquitectos e gestores da área cultural tem o papel principal na actual preparação do projecto. Investigamos esta combinação de esforços pelas diferentes partes e como a comunidade está a reagir à mudança.
A Fundação Cidade de Guimarães, organizadora do evento, explica-o através de diferentes conceitos: arte, comunidade, pensamento e cidade.
A reportagem foca-se nas mesmas quatro áreas, adaptando-as. Se por um lado a Arte explora o trabalho constante dos arquitectos do Guimarães 2012, a Cidade exemplifica como se planeia o desenvolvimento do espaço urbano. A Comunidade é uma secção crucial na problemática: ouvimos a opinião de locais para saber o que de bom ou menos bom se espera. Por último, o Pensamento: o que tem vindo a ser feito e a existência, ou não, de um equilíbrio entre o que Guimarães tem capacidade para dar e receber o que o futuro reserva.
Catarina Martins
Uma equipa de arquitectos e gestores da área cultural tem o papel principal na actual preparação do projecto. Investigamos esta combinação de esforços pelas diferentes partes e como a comunidade está a reagir à mudança.
A Fundação Cidade de Guimarães, organizadora do evento, explica-o através de diferentes conceitos: arte, comunidade, pensamento e cidade.
A reportagem foca-se nas mesmas quatro áreas, adaptando-as. Se por um lado a Arte explora o trabalho constante dos arquitectos do Guimarães 2012, a Cidade exemplifica como se planeia o desenvolvimento do espaço urbano. A Comunidade é uma secção crucial na problemática: ouvimos a opinião de locais para saber o que de bom ou menos bom se espera. Por último, o Pensamento: o que tem vindo a ser feito e a existência, ou não, de um equilíbrio entre o que Guimarães tem capacidade para dar e receber o que o futuro reserva.
Catarina Martins
terça-feira, 25 de maio de 2010
Entrevista de Fundo
“A arte, a cultura e a criatividade ao serviço de uma cidade pode ser transformadora”
Carlos Martins, Director do Projecto “Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura”, conversa sobre o evento organizado pela Fundação Cidade de Guimarães e reflecte sobre as mudanças que se vão operar na cidade. Mostra, ainda, a sua perspectiva acerca da comunidade local e sobre o papel da Universidade do Minho no projecto.
Catarina Martins: Em termos práticos, o que é que na sua opinião “Guimarães 2012” vai trazer à cidade?
Carlos Martins: O projecto não pretende resolver os problemas da cidade ou da região, mas tem consciência desses problemas e quer estar ao serviço da sua resolução. Não é um projecto de um ano que altera uma comunidade de forma estrutural, mas tem o tempo suficiente, quer no âmbito da sua preparação, quer da sua implementação, para ilustrar possibilidades diferentes na vida da comunidade.
No caso específico de Guimarães, muitos problemas que a cidade vive têm a ver com a mudança de um modelo de vida urbana e de vida económica e com uma dependência ao nível das empresas locais ligadas aos sectores tradicionais, nomeadamente ao têxtil. Temos vindo a sentir que essa competitividade que Guimarães tinha tem se vindo a perder em desfavor de alguns mercados emergentes. Deixamos de competir entre Famalicão e Guimarães, ou Braga ou Barcelos, e estamos a competir a nível global.
A Capital da Cultura pretende demonstrar que a arte, a cultura e a criatividade ao serviço de uma cidade pode ser transformadora. Pode transformar o modelo cultural, mas também o modelo social e o modelo económico. Mas isso só se faz, de facto, se as pessoas estiverem envolvidas no processo, se perceberem que é o seu futuro que está em causa.
Guimarães tem um reconhecimento internacional quanto às competências que desenvolveu ao nível da produção cultural, mas ainda mais ao nível do património e ao nível da programação cultural. Não tem uma grande quantidade de artistas profissionais a residir e a produzir negócios na cidade, e é isso que a Capital Europeia da Cultura (CEC) quer estimular e promover. Tendo consciência que hoje a economia da cultura é algo de relevante na sociedade ocidental contemporânea, Guimarães quer estar nessa agenda de competição entre cidades. Por isso, a Capital da Cultura não quer mudar nada, mas quer estar ao serviço dessa mudança, inspirando-a na população mais jovem. Daí que a população universitária seja especialmente importante para o projecto.
Catarina Martins: Considera que “Guimarães 2012” é um projecto com continuidade não só nesse ano?
Carlos Martins: Estes projectos têm sempre uma característica de efemeridade e têm uma característica estruturante para a região, e as duas dimensões podem coexistir de forma tranquila. É evidente que Guimarães só será a CEC naquele ano, daí que, percebendo que o projecto é efémero, se ele for bem desenhado, pode contribuir para uma mudança do modelo estrutural.
Por exemplo, ao nível das estruturas que vão ser criadas, e quando se estuda com mais detalhe o projecto, percebe-se que grande parte dos equipamentos que vão ser construídos são espaços de trabalho diário, onde artistas, designers, arquitectos ou criadores poderão trabalhar, investigar e mostrar o seu trabalho em permanência em espaços de incubação económica e artística.
Catarina Martins: Em que é que se traduz o protocolo estabelecido entre a Fundação Cidade de Guimarães e a Universidade do Minho (UM)?
Carlos Martins: Traduz-se num conjunto de possíveis colaborações que a Universidade quer desenvolver com a Capital da Cultura, nomeadamente em 3 níveis. Por um lado, há estruturas da Universidade que já têm uma relação com o universo cultural, artístico e programático, nomeadamente, as escolas mais ligadas às dimensões culturais, que serão óbvios parceiros na programação. Falamos desde áreas de investigação ligadas à Memória, à História, até à produção contemporânea, à Música e à Arquitectura. Ou seja, há uma série de áreas de investigação e de produção de conhecimento que a Universidade hoje já desenvolve e que poderão ser incorporadas no âmbito da CEC, quer ao nível da licenciatura, quer ao nível do mestrado. Falo, por exemplo, do Mestrado em Artes Digitais que se desenvolve em Guimarães.
Por outro lado, o campus de Azurém tem uma fortíssima presença na dimensão tecnológica, nomeadamente com os cursos de Engenharia, e acreditamos que esta relação entre arte, cultura e tecnologia é decisiva no futuro. Cada vez mais artistas utilizam plataformas tecnológicas, cada vez mais pessoas ligadas às tecnologias necessitam dos conteúdos e daquilo que os artistas desenvolvem a nível estético e simbólico. Achamos que a CEC pode projectar, fomentar e criar uma nova aproximação entre estes dois mundos. Como tal, está previsto um festival de artes digitais e um trabalho ao nível do design.
A Universidade tem uma série de competências ao nível do estudo do território e ao nível da avaliação dos impactos da CEC, nomeadamente na área das Ciências Sociais, sejam eles económicos, de públicos, sociais e culturais. Uma coisa é o nosso desejo, outra coisa há-de ser a realidade, e é essa realidade que a UM nos vai ajudar a compreender.
Carlos Martins, Director do Projecto “Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura”, conversa sobre o evento organizado pela Fundação Cidade de Guimarães e reflecte sobre as mudanças que se vão operar na cidade. Mostra, ainda, a sua perspectiva acerca da comunidade local e sobre o papel da Universidade do Minho no projecto.
Catarina Martins: Em termos práticos, o que é que na sua opinião “Guimarães 2012” vai trazer à cidade?
Carlos Martins: O projecto não pretende resolver os problemas da cidade ou da região, mas tem consciência desses problemas e quer estar ao serviço da sua resolução. Não é um projecto de um ano que altera uma comunidade de forma estrutural, mas tem o tempo suficiente, quer no âmbito da sua preparação, quer da sua implementação, para ilustrar possibilidades diferentes na vida da comunidade.
No caso específico de Guimarães, muitos problemas que a cidade vive têm a ver com a mudança de um modelo de vida urbana e de vida económica e com uma dependência ao nível das empresas locais ligadas aos sectores tradicionais, nomeadamente ao têxtil. Temos vindo a sentir que essa competitividade que Guimarães tinha tem se vindo a perder em desfavor de alguns mercados emergentes. Deixamos de competir entre Famalicão e Guimarães, ou Braga ou Barcelos, e estamos a competir a nível global.
Guimarães tem um reconhecimento internacional quanto às competências que desenvolveu ao nível da produção cultural, mas ainda mais ao nível do património e ao nível da programação cultural. Não tem uma grande quantidade de artistas profissionais a residir e a produzir negócios na cidade, e é isso que a Capital Europeia da Cultura (CEC) quer estimular e promover. Tendo consciência que hoje a economia da cultura é algo de relevante na sociedade ocidental contemporânea, Guimarães quer estar nessa agenda de competição entre cidades. Por isso, a Capital da Cultura não quer mudar nada, mas quer estar ao serviço dessa mudança, inspirando-a na população mais jovem. Daí que a população universitária seja especialmente importante para o projecto.
Catarina Martins: Considera que “Guimarães 2012” é um projecto com continuidade não só nesse ano?
Por exemplo, ao nível das estruturas que vão ser criadas, e quando se estuda com mais detalhe o projecto, percebe-se que grande parte dos equipamentos que vão ser construídos são espaços de trabalho diário, onde artistas, designers, arquitectos ou criadores poderão trabalhar, investigar e mostrar o seu trabalho em permanência em espaços de incubação económica e artística.
Catarina Martins: Em que é que se traduz o protocolo estabelecido entre a Fundação Cidade de Guimarães e a Universidade do Minho (UM)?
Carlos Martins: Traduz-se num conjunto de possíveis colaborações que a Universidade quer desenvolver com a Capital da Cultura, nomeadamente em 3 níveis. Por um lado, há estruturas da Universidade que já têm uma relação com o universo cultural, artístico e programático, nomeadamente, as escolas mais ligadas às dimensões culturais, que serão óbvios parceiros na programação. Falamos desde áreas de investigação ligadas à Memória, à História, até à produção contemporânea, à Música e à Arquitectura. Ou seja, há uma série de áreas de investigação e de produção de conhecimento que a Universidade hoje já desenvolve e que poderão ser incorporadas no âmbito da CEC, quer ao nível da licenciatura, quer ao nível do mestrado. Falo, por exemplo, do Mestrado em Artes Digitais que se desenvolve em Guimarães.
A Universidade tem uma série de competências ao nível do estudo do território e ao nível da avaliação dos impactos da CEC, nomeadamente na área das Ciências Sociais, sejam eles económicos, de públicos, sociais e culturais. Uma coisa é o nosso desejo, outra coisa há-de ser a realidade, e é essa realidade que a UM nos vai ajudar a compreender.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
O director, o dj e o viajante que há em Carlos Martins
O director do projecto Guimarães 2012 não concilia trabalho e vida pessoal. Apenas porque não o necessita de fazer. O que é trabalho é prazer. Um luxo ao qual poucos têm acesso. A área de Carlos Martins é a do norte e a das indústrias criativas. O seu espaço é a Fundação Cidade de Guimarães. E o resto do mundo.
Começa por estudar Economia no Porto. Em Barcelona especializa-se em Turismo Cultural e volta à Universidade do Porto para se doutorar em Geografia. O co-autor do estudo macroeconómico “Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas no Norte de Portugal” é apaixonado por cultura e sabe do que fala quando o tema é gestão cultural. Começou na Opium, Lda no planeamento cultural e na mesma área passou pelo pelouro da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. Hoje é patrão sem o ser. Colaboração é o modo de trabalho no Palácio Vila Flor, em Guimarães. Sem esquecer o humor matinal com que presenteia o espaço da Fundação.
O Festival Manta deu-lhe os quinze minutos de fama. A ele e a Ana Bragança, colaboradora na direcção do projecto. Depois de um breve curso de DJ proposto por ele à restante equipa, actuaram logo após a electrónica e o rock industrial do trio suíço Young Gods. Três horas de música com um vestuário a rigor: “uma espécie de underground londrino”, explica-nos Ana. A roupa preta a condizer o evento. Criatividade e a cultura no seu melhor.
Enquanto nos deliciamos com um espectáculo, Carlos trabalha para que o mesmo aconteça. Está atrás das cortinas muito antes de os artistas pisarem o palco. E para isso não distingue o fim-de-semana da semana, não há horário de trabalho e o tempo livre. Trabalha para que o público viva a arte e para que os artistas vivam as cidades que os acolhem. Trabalha na Fundação Cidade de Guimarães e em qualquer outro local onde tenha de estar. Presencialmente ou não, está sempre com os colaboradores, como a Ana Bragança nos revela: “só não trabalha vinte e quatro horas por dia porque dorme”. Trabalho que já passou pelo Euro 2004 na área da animação das cidades e pelo Programa de Dinamização das Aldeias Vinhateiras Vinhateiras do Douro. Até chegar à gestão do centro histórico do Porto, coordenou o Programa “Cooperar para Desenvolver – O Turismo do Norte em Rede” e foi consultor no Desenvolvimento Territorial da Área Metropolitana do Porto e Trás-os-Montes.
Acredita no poder transformador da cultura - com a sua dose de realismo. Admite: Guimarães é uma cidade pequena e ser Capital Europeia da Cultura é um evento de um ano só. Não tem como função salvar uma região. Mas acredita na mudança do espaço, das pessoas, do modo de ser viver lá. Admite: a fronteira entre o seu trabalho e a vida pessoal é ténue. Mas acredita no equilíbrio entre quem é e o que faz.
Começa por estudar Economia no Porto. Em Barcelona especializa-se em Turismo Cultural e volta à Universidade do Porto para se doutorar em Geografia. O co-autor do estudo macroeconómico “Desenvolvimento de um Cluster de Indústrias Criativas no Norte de Portugal” é apaixonado por cultura e sabe do que fala quando o tema é gestão cultural. Começou na Opium, Lda no planeamento cultural e na mesma área passou pelo pelouro da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira. Hoje é patrão sem o ser. Colaboração é o modo de trabalho no Palácio Vila Flor, em Guimarães. Sem esquecer o humor matinal com que presenteia o espaço da Fundação.
O Festival Manta deu-lhe os quinze minutos de fama. A ele e a Ana Bragança, colaboradora na direcção do projecto. Depois de um breve curso de DJ proposto por ele à restante equipa, actuaram logo após a electrónica e o rock industrial do trio suíço Young Gods. Três horas de música com um vestuário a rigor: “uma espécie de underground londrino”, explica-nos Ana. A roupa preta a condizer o evento. Criatividade e a cultura no seu melhor.
Enquanto nos deliciamos com um espectáculo, Carlos trabalha para que o mesmo aconteça. Está atrás das cortinas muito antes de os artistas pisarem o palco. E para isso não distingue o fim-de-semana da semana, não há horário de trabalho e o tempo livre. Trabalha para que o público viva a arte e para que os artistas vivam as cidades que os acolhem. Trabalha na Fundação Cidade de Guimarães e em qualquer outro local onde tenha de estar. Presencialmente ou não, está sempre com os colaboradores, como a Ana Bragança nos revela: “só não trabalha vinte e quatro horas por dia porque dorme”. Trabalho que já passou pelo Euro 2004 na área da animação das cidades e pelo Programa de Dinamização das Aldeias Vinhateiras Vinhateiras do Douro. Até chegar à gestão do centro histórico do Porto, coordenou o Programa “Cooperar para Desenvolver – O Turismo do Norte em Rede” e foi consultor no Desenvolvimento Territorial da Área Metropolitana do Porto e Trás-os-Montes.
Acredita no poder transformador da cultura - com a sua dose de realismo. Admite: Guimarães é uma cidade pequena e ser Capital Europeia da Cultura é um evento de um ano só. Não tem como função salvar uma região. Mas acredita na mudança do espaço, das pessoas, do modo de ser viver lá. Admite: a fronteira entre o seu trabalho e a vida pessoal é ténue. Mas acredita no equilíbrio entre quem é e o que faz.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Team work - edição

Team work. Foto: Cristu Bustuc.
Chega por fim a fase em que vamos editar todo o material que recolhemos sobre a Capital Europeia da Cultura. Foram muitas viagens a Guimarães, muitos pedidos de material de gravação junto do técnico do ICS e muita criatividade à mistura. Sabemos que temos apenas 2 semanas para consolidar o nosso projecto e estamos prontas para mostrar uma perspectiva inovadora sobre "Guimarães 2012".
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Efeméride
No dia 12 de Maio de 2009, Guimarães foi eleita Capital Europeia da Cultura 2012, juntamente com a cidade eslovena de Maribor. Depois de Lisboa e do Porto, Guimarães será a terceira Capital Europeia da Cultura portuguesa.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
"Portugal está a fervilhar de cultura"
A frase de Fernanda Freitas iniciou o programa da RTP2 "Sociedade Civil", de dia 23 de Abril, subordinado ao tema "documentários". No dia do livro e dos direitos de autor, a apresentadora do programa e o jornalista José Vieira Mendes fazem referência à cidade de Guimarães no panorama da oferta cultural em Portugal, considerando que Guimarães comporta uma "dimensão muito forte", nomeadamente no âmbito da Capital Europeia da Cultura 2012.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Fundação Cidade de Guimarães
Entrevista: Carlos Martins e Ana Bragança, Direcção do Projecto Guimarães 2012
Local: Fundação Cidade de Guimarães, Palácio Vila Flor, Guimarães
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Projecto Milena e Guimarães 2012
Logótipo proposto para "Guimarães 2012" - Design © Stichtign van milena Biesen Mestedagh
O projecto Milena,projecto artístico que reúne pensadores de diversas origens e nacionalidades e que reflecte sobre diferentes aspectos da cultura, linguística, arte, ciência, ecologia e saúde, entrou em conversações com a Fundação Cidade de Guimarães.
A participação no evento "Guimarães 2012" conta com a apresentação de uma proposta de logótipo para Guimarães Capital da Cultura 2012.,como adianta o Jornal Comum online.
O projecto Milena apresenta no site oficial (secção de projectos futuros) o envolvimento no evento "Guimarães 2012".
Capital Europeia da Cultura e Capital Europeia da Juventude: uma aliança
A proximidade geográfica entre as cidades da Guimarães e Braga permitiu que, quando Braga foi escolhida para ser Capital Europeia da Juventude em 2012, Guimarães tivesse surgido a par nas notícias com a referência à Capital Europeia da Cultura no mesmo ano.
O Diário de Notícias faz alusão à disponibilidade para acordos entre a Fundação Cidade Guimarães e a promotora da Capital Europeia da Juventude em Braga.
O Jornal de Notícias dá ênfase ao facto das duas cidades repartirem o campi da Universidade do Minho.
O Diário de Notícias faz alusão à disponibilidade para acordos entre a Fundação Cidade Guimarães e a promotora da Capital Europeia da Juventude em Braga.
O Jornal de Notícias dá ênfase ao facto das duas cidades repartirem o campi da Universidade do Minho.
domingo, 11 de abril de 2010
Entrevista: Maria Manuel Oliveira
A manhã de sexta-feira foi dedicada à Escola De Arquitectura de Azurém. A entrevista com a docente e arquitecta Maria Manuel Oliveira abriu-nos mais portas: conhecemos a Sofia e o André, estagiários no Centro de Estudos do Departamento e participantes do projecto Guimarães CAE 2012.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Fundação Cidade de Guimarães assina Protocolo com Associações Culturais locais
A Fundação Cidade de Guimarães assinou um protocolo com a Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães, Convívio – Associação Cultural e Recreativa e Círculo de Arte e Recreio, segundo o qual estas Associações se obrigam a organizar e implementar um Programa Cultural/Artístico que fará parte integrante da Programação da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.
Este programa deverá ter como principal inspiração o património imaterial e as marcas identitárias de Guimarães, das tradições de raiz e génese popular à criação contemporânea, estando estas Associações obrigadas a alargar a participação no programa a outros agentes associativos, através de convite ou open call, nos termos em que vier a ser estabelecido no caderno de encargos a que se refere a cláusula seguinte. O Programa a elaborar pelas Associações terá o valor máximo de 1 milhão de Euros.
A fonte de financiamento prevista para este Programa decorrerá da apresentação de uma candidatura das Associações a fundos comunitários, inscritos no Programa Operacional Regional do Norte (ON.2), e consequente aprovação, sendo a Fundação Cidade de Guimarães responsável pela garantia da contrapartida nacional exigida. A assinatura deste protocolo responde a um dos princípios orientadores da gestão estratégica da Fundação Cidade de Guimarães - o princípio da subsidiariedade.
17 Março 2010
A Fundação Cidade de Guimarães assinou um protocolo com a Associação de Folclore e Etnografia de Guimarães, Convívio – Associação Cultural e Recreativa e Círculo de Arte e Recreio, segundo o qual estas Associações se obrigam a organizar e implementar um Programa Cultural/Artístico que fará parte integrante da Programação da Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura.
Este programa deverá ter como principal inspiração o património imaterial e as marcas identitárias de Guimarães, das tradições de raiz e génese popular à criação contemporânea, estando estas Associações obrigadas a alargar a participação no programa a outros agentes associativos, através de convite ou open call, nos termos em que vier a ser estabelecido no caderno de encargos a que se refere a cláusula seguinte. O Programa a elaborar pelas Associações terá o valor máximo de 1 milhão de Euros.
A fonte de financiamento prevista para este Programa decorrerá da apresentação de uma candidatura das Associações a fundos comunitários, inscritos no Programa Operacional Regional do Norte (ON.2), e consequente aprovação, sendo a Fundação Cidade de Guimarães responsável pela garantia da contrapartida nacional exigida. A assinatura deste protocolo responde a um dos princípios orientadores da gestão estratégica da Fundação Cidade de Guimarães - o princípio da subsidiariedade.
17 Março 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Capital Europeia da Cultura na imprensa nacional
A presidente da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina de Azevedo, anunciou, em Bruxelas, que o programa cultural do evento será apresentado dentro de três meses. O artigo do Diário de Notícias de 24 de Março traz as novidades.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Entrevista: Arquitecta Alexandra Gesta, da Câmara Municipal de Guimarães
A última sexta-feira foi dedicada a Guimarães. Apesar de uma das entrevistas marcadas ter sido adiada (na Fundação Cidade Guimarães), o encontro com a Arquitecta Alexandra Gesta ainda estava de pé. O resultado: uma hora de conversa informal, espreitadelas a plantas do projecto Guimarães 2012, com direito a lugar de estacionamento para a press. :)
sexta-feira, 26 de março de 2010
Dia em Guimarães
No dia em que entrevistamos a Arquitecta da Câmara Municipal de Guimarães Alexandra Gesta, responsável por duas das infra-estruturas a revitalizar na cidade, lemos uma notícia relativa a um dos espaços. O artigo é do jornal Guimarães Digital.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Primeiras impressões
Na consequência de reportagem do concerto de "Beach House" no dia 18 de Março no Centro Cultural Vila Flor (CCVF), tivemos o primeiro contacto com a cidade. A divulgação da imagem "Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura" pelas ruas e no CCVF revela a identidade e marca que a Fundação Cidade de Guimarães quer transmitir ao público.
O primeiro registo fotográfico ficou a cargo de Pedro Basto.
O primeiro registo fotográfico ficou a cargo de Pedro Basto.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Guimarães 2012 em notícia

Old newspaper. Foto: Firework
Uma pesquisa rápida serviu para encontrarmos a seguinte peça do Público exactamente sobre reconversão e reabilitição urbana (e com muitos números à mistura). Fica aqui o resgisto:
Capital Europeia da Cultura de 2012 vai custar tanto como a Casa da Música
in Jornal Público
27.04.2008, Victor Ferreira
Maior fatia do orçamento de 111 milhões de euros vai para a revitalização urbana, com destaque para um antigo bairro onde vai nascer uma nova "cidade de criação contemporânea"
Guimarães vai investir 70 milhões de euros em equipamentos novos e na renovação urbana, tendo em vista a organização da Capital Europeia da Cultura em 2012 (CEC 2012). A intenção é assumida no dossier de candidatura que a Câmara de Guimarães e o Governo apresentaram, há dias, em Bruxelas, e sobre o qual aquelas duas entidades têm mantido segredo. O PÚBLICO já consultou o dossier, de 140 páginas, tendo constatado que o orçamento global ultrapassa ligeiramente os 111 milhões de euros (mais 11 milhões que o custo da Casa da Música, feita para a Porto 2001), estando a maior fatia reservada para as obras que deverão fazer nascer uma nova cidade dentro e fora dos limites actuais de Guimarães.Na programação cultural, a organização conta investir 25 milhões de euros, repartidos pelo conjunto das "acções preparatórias" e de formação (no período 2008-2011), no programa da CEC 2012 propriamente dito (17,5 milhões) e pelas "acções de consolidação" no período pós-evento (os anos de 2013-2014).A gestão do evento será entregue a uma sociedade anónima de capitais maioritariamente públicos que vai ser constituída ainda este ano e que terá como núcleo fundador a autarquia vimaranense, a Universidade do Minho e o Estado. Esta entidade estará, no entanto, aberta à participação de entidades privadas, que deverão ser responsáveis por cinco a dez por cento do financiamento necessário para concretizar a CEC 2012. O grosso do financiamento (40 a 50 por cento) virá de fundos estruturais, assumindo a Câmara de Guimarães 10 a 20 por cento do orçamento e o Estado 25 a 35 por cento. Quanto ao programação cultural, ficará a cargo de um director artístico que ainda não está escolhido, facto que terá motivado um reparo do júri, durante a apresentação feita em Bruxelas. O Soho de GuimarãesMas um dos pilares da candidatura é uma grande intervenção urbanística que foi planeada com o objectivo de "transformar Guimarães numa cidade de criação contemporânea". A ideia central é renovar o tecido urbano, lançando as bases para a "reconversão industrial que urge fazer no Vale do Ave". A este nível, o destaque vai para a recuperação e revitalização do antigo bairro industrial de Couros, contíguo ao centro histórico classificado património mundial. Trata-se de uma área de 10 hectares (área equivalente a 14 campos de futebol ), onde se implantou a indústria dos curtumes e onde a organização da CEC 2012 pretende investir à volta de 30 milhões de euros. A premissa desta intervenção poderia ser traduzida assim: Nova Iorque tem o bairro de Soho, Paris tem Montmartre e Guimarães terá o bairro de Couros. Em quatro anos, deixará de ser um bairro abandonado e atravessado por um ribeiro conspurcado para se transformar numa espécie de "cluster artístico e cultural". O projecto inclui a reabilitação dos principais edifícios representativos da industrialização, para neles instalar ateliês, residências artísticas temporárias e actividades económicas ligadas à criação artística. Noutras paragens, serão criados laboratórios criativos e um outro equipamento, o Laboratório da Paisagem, a construir junto ao futuro parque urbano da Veiga de Creixomil. Está ainda previsto um novo centro de artes, que albergará a colecção José de Guimarães actualmente guardada numa sala do Paço dos Duques de Bragança, um museu baptizado Casa da Memória, a expansão da biblioteca e dos museus de Alberto Sampaio e de Martins Sarmento e a requalificação da envolvente ao castelo e ao Paço dos Duques, bem como do centro citadino.O júri que avalia a candidatura de Guimarães deverá pronunciar-se dentro de quatro a seis semanas, embora esteja já garantida a organização da CEC 2012 na cidade que viu nascer Portugal.
Postado em afterpagus.blogspot.com a 28 de Abril de 2008
terça-feira, 9 de março de 2010
De Braga a Guimarães
Para já procuramos a "versão oficial": as opiniões dos arquitectos, da organização do projecto, da Câmara Municipal de Guimarães.
Mas este primeiro contacto com a cidade servirá para conhecer os espaços e a comunidade envolvente. Porque queremos o outro lado.
Como é que Guimarães, capital europeia da cultura em menos de dois anos, afectará o quotidiano da população? Quais são as expectativas?
sábado, 6 de março de 2010
Team work

Team work. Foto: thegreenjellybean
Ainda estamos na primeira semana de Projecto e já fomos surpreendidas com uma proposta de colaboração conjunta sobre o tema deste trabalho. Matilde Rodrigues, colega do Atelier de Relações Públicas e Publicidade, mostrou interesse em trocar impressões, planos de trabalho e contactos sobre a Capital Europeia da Cultura 2012, visto que o seu grupo de trabalho também vai tratar a mesma questão.
Isto vem comprovar que o tema "Guimarães 2012" é deveras atractivo na área da Comunicação, dando possibilidade à criação de sinergias entre áreas.
Os arquitectos.
As infra-estruturas são um ponto fulcral no projecto Guimarães 2012.
Queremos perceber o antes e o depois da requalificação dos espaços vimarenenses, o que se investe, como se envolve a comunidade envolvente e o que se pretende do novo espaço criado.
Entramos em contacto com arquitectos responsáveis, quer da Universidade do Minho quer da Câmara Municipal de Guimarães, de modo a obtermos entrevistas presenciais.
Queremos perceber o antes e o depois da requalificação dos espaços vimarenenses, o que se investe, como se envolve a comunidade envolvente e o que se pretende do novo espaço criado.
Entramos em contacto com arquitectos responsáveis, quer da Universidade do Minho quer da Câmara Municipal de Guimarães, de modo a obtermos entrevistas presenciais.
Estes espaços (Toural e a Antiga Fábrica da Ramada) são apenas dois dos exemplos dos locais a ser renovados. As imagens são do site oficial do projecto Guimarães 2012.
quinta-feira, 4 de março de 2010
comunidade, cidade, pensamento, arte
Guimarães: Capital Europeia da Cultura 2012.
Dentro deste universo queremos saber qual o impacto desta iniciativa, de carácter internacional, nas comunidades locais e perceber como a cidade se tem vindo a transformar. Que futuro está a ser pensado para as estruturas que se estão a construir? Como é que as pessoas se podem envolver? Existe alguma oportunidade de emprego para os futuros licenciados da Universidade do Minho? No âmbito dos protocolos assinados entre a Fundação Cidade de Guimarães e a Universidade do Minho, consideramos importante conhecer os profissionais que estão por trás dos projectos desenvolvidos, nomeadamente os arquitectos e os responsáveis camarários.
Com este blog vamos descrever o processo de investigação do projecto desenvolvido na área de Jornalismo.
Hope you enjoy it!
Maria Betânia e Catarina
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